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ESART
ESART

DÉBORA BARROS
A complexidade do vazio pode conduzir o ser humano a várias vertentes. O paradoxo que impera sobre este termo levanta a questão do "espaço que o vazio ocupa”.
George Rousse expressa o irrealismo da sua arte através das suas fotografias nada convencionais e transforma lugares abandonados e mortos em espaços pictóricos. Os seus trabalhos revelam um mundo de subjetividade em diversas formas e cores. Pensados em cada detalhe, composição, corte e iluminação. A sua matéria-prima é o espaço e a sua inspiração é o vazio. A transgressão das cores mais frias para as cores mais quentes é um dos pontos fundamentais na arte de Rousse. Essa transição do monocromático para a explosão de cores é fascinante.
As linhas e as formas exageradas que predominam na coleção fazem alusão a todo o estudo do espaço que é feito por Rousse e à forma como dispõe os elementos que compõem as suas fotografias. A harmonização das cores e o seu contraste dão vida às formas minimalistas das peças. O caimento e fluidez das mesmas representam a leveza que as fotografias do artista transmitem para quem as observa.


PAULA BRANCO
CAOS
A coleção é inspirada no caos social das cidades de Hong Kong e Tóquio, onde temos uma clara discrepância entre o caos e a ordem. Há uma falha de controlo social: o que era organizado passa a ser desorganizado, o simples passa a ser complexo – uma mistura que prevalece tanto na vida social como na vida pessoal.
Confusão, desordem, perturbação, mergulhados no tédio da vida. Uma vida que outrora fora perfeita, mas agora desfeita. Um rasgo, um grito de angústia à procura da identidade.