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Mara Flora
Começou provavelmente com o filme The Pillow Book. No meio de uma estranha dimensão intelectual e emocional, encontro-me em Hong Kong dos anos noventa, assimiliando um universo cultural que me é servido por uma intensa e embriagante profusão visual. Se por um lado o passado ecoa na caligrafia tradicional, o presente acende-se em neons capitalistas. A semiótica é convulsiva. Os paradoxos aliam-se. Escassez e abundância. Feng Shui e caos. Ideias de beleza determinam vícios indulgências. Na realidade mundana conhecemos os cenários antagónicos do Império do Meio e a sua aproximação cada vez mais intensa ao Ocidente.