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Hugo Costa
(A)WAY OF PUNK

O punk não morreu. O punk está vivo, foi apenas transformado. Ou desconstruído. Mas continua a ser punk, o movimento de aparência agressiva, sarcástico, de contracultura e reacção.
Simples na forma de estar, revolucionário na forma de agir. Não, o punk não está morto, foi apenas transformado pelas mãos, e a mente, de quem pensou num adolescente que se quer afirmar, firmar e manifestar no seio da sua família sobre forma de quase-revolução, cultura marginal e auto-afirmação.
Não, o punk aqui não morreu. Está implícito na coleção, que se reflete como reação. Através do uso da cor e das combinações de matérias mais agressivas e coordenados justapostos de forma não convencional, apostando sempre no movimento no gender. A coleção foge do color block e trabalha numa explosão cromática, ora questionando algumas formas da marca, ora transformando outras. Não, o punk não morreu. Está aqui. Do nosso lado. E aí, do seu. O punk está vivo e merece ser celebrado por todos.