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Miguel Vieira
UM INVERNO EM ÁFRICA

África é o que nós queremos que ela seja.
Ela presta culto à beleza através da sua cultura, memórias, cores, sons, cheiros, especiarias,
saudade, pôr-do-sol...
O inverno em África é tudo menos típico. A chuva e o frio dão lugar a dias mais quentes e secos em
que o sol parece nunca se pôr. O homem Miguel Vieira celebra isso mesmo.
Sai a camisa e fica a pele. A rigidez toma uma forma mais descontraída e o homem Miguel Vieira mostra outro lado da sua personalidade. Para ele o vestir é uma forma de arte na qual, por vezes, tudo o que necessita é apenas de um fato.
Tecidos grossos e estruturados dão lugar a materiais mais leves e frescos, como telas em branco onde se estampa a celebração à cultura e inovação. Elementos geométricos que lembram estampados étnicos, e as cores azul do céu e bege da areia como base para outras cores que, em conjunto, contam uma história.
Um inverno passado em África que tem como cenário as mais vibrantes cidades cosmopolitas, onde histórias e tradições são passadas para a cultura do século XXI, renovando a liberdade de vestir de um homem moderno que nunca esquece a África que o rodeia com vista para um horizonte que parece não ter fim.

CORES
Bege bronze; laranja ocre; amarelo caril; azul celeste; castanho tabaco; e azul marinho.

SILHUETA
Justa mas informal; e com jogos de volume.

MATERIAIS
Bombazina; veludo, veludo estampado, e veludo vinilizado; pêlo; lantejoulas estampadas; e tecidos acolchoados.

DETALHES
Estampados desenvolvidos em atelier.

ACESSÓRIOS
Botas de montanha e sapatilhas bota de meia; sacos de compras, bolsas e cintos em pele; óculos; e colares personalizados.