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ESAD

RAFAELA SANTOS

ALEA

alea | congela o estado mais cru e bruto da infância, assumindo a imaturidade, preservando a inocência; numa tentativa de re-conexão interna. Aborda e questiona conceitos como moralidade/ bondade, sexualidade/obscenidade, feminino/frágil, de forma subtil, num contexto contemporâneo.

Peças fluídas, manipulações de tecido, layers, sobreposições e grandes volumetrias, numa paleta cromática do branco gelo ao lavanda, passando pelo creme/nude, presentes em cadência rítmica aleatória, fruto de devaneios infantis.

A coleção é complementada com acessórios - traduções de sonhos, desejos, pensamentos - desenhados e feitos de forma analógica, um por um, conferindo-lhes singularidade e autenticidade.




VICTOR HUARTE

BRITANNIA

Britannia, coleção para a estação de Primavera-Verão 2019, parte da festividade da procissão dos navios do 4 de junho da escola Eton, na Inglaterra.
É uma crítica ao sistema acadêmico que em muitos casos considero desatualizado, arcaico e infelizmente autoritário, e é baseada numa reinterpretação de uma estética com forte identidade visual onde, de uma maneira contemporânea, procuro atualizar peças clássicas como coletes que tornam-se crop tops, mangas balão de estilo romântico que acompanham camisas que passam a vestidos e até mesmo corpetes que buscam redefinir o ideal de silhueta masculina.
Uma estética com uma forte identidade visual onde, aprofundando nas tradições e elementos do folclore clássico procura-se, com respeito, reinterpretar o guarda-roupa masculino e assim refletir a minha visão da moda: estudar o passado, observando o presente para projetar o futuro.